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Pedreiro acusado de estuprar e matar criança é morto a tiros menos de um dia após ser solto

Pedreiro acusado de estuprar e matar criança é morto a tiros em Sinop, MT, menos de 24h após sair da prisão. Polícia investiga o caso.

Pedreiro acusado de estuprar e matar criança é morto a tiros menos de um dia após ser solto
Reprodução/1NEWS
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João Ferreira da Silva, de 46 anos, foi assassinado a tiros na manhã desta quarta-feira (10) em Sinop, no Mato Grosso. A morte ocorreu menos de 24 horas após sua saída da Penitenciária Osvaldo Ferreira Leite. Silva era acusado de estupro e assassinato do menino Bruno Aparecido dos Santos, de 9 anos, crime ocorrido em 2005.

Ataque registrado por câmeras

O crime aconteceu na porta de uma pousada. Imagens de câmeras de segurança do estabelecimento flagraram o momento em que dois homens mascarados se aproximaram do local. Um dos suspeitos entrou brevemente na recepção, enquanto o outro abordou João Ferreira da Silva do lado de fora, empurrando-o e portando uma arma. O comparsa permaneceu nas proximidades, dando cobertura. O atirador efetuou diversos disparos a poucos metros da entrada, resultando na morte da vítima ainda na calçada.

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Investigação em andamento

A Polícia Civil do Mato Grosso informou ao Terra que está investigando as circunstâncias do crime. Detalhes sobre a identidade dos executores e a motivação por trás do assassinato ainda são apurados pelas autoridades.

Relembre o caso

João Ferreira da Silva foi condenado pela morte de Bruno Aparecido dos Santos, cujo corpo foi encontrado enterrado em uma cova rasa no quintal do pedreiro, sem roupas e com as mãos amarradas. A descoberta do crime ocorreu após Silva tentar violentar outra criança, de 12 anos, o que levou à sua prisão na época. Durante as investigações, foram encontradas ligações entre o pedreiro e o desaparecimento de Bruno. Em depoimento, Silva confessou ter abusado e matado o menino.

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Condenação e pena

Em 2008, João Ferreira da Silva foi condenado a 42 anos de prisão pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. Sua soltura recente, que precedeu o assassinato, levanta questões sobre o processo e os motivos que levaram à sua liberação.

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