Roubo em Ribeirão Preto: Justiça avança em investigação de arrastão em prédio

Roubo em Ribeirão Preto: Justiça avança em investigação de arrastão em prédio
Reprodução / G1
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A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público contra 17 pessoas envolvidas em um roubo milionário em um edifício de luxo em Ribeirão Preto (SP). O crime, ocorrido em setembro, está ligado a uma rede de receptação de joias que se estendia por três estados.

As investigações apontam para um complexo esquema criminoso, que envolveu diferentes núcleos com funções específicas. A quadrilha utilizou até documentos falsos para alugar um apartamento no mesmo condomínio, facilitando a ação. Estima-se que os criminosos tenham levado cerca de R$ 4 milhões em objetos.

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Quem está preso?

Até o momento, 15 dos 17 acusados foram presos. Entre eles, estão suspeitos de integrar o núcleo financeiro da organização: Sidney Américo Vieira, Felipe Moreira da Mata, João Paulo César Freires de Oliveira e Widman Henrique Américo Barbosa.

Do núcleo logístico, responsável por dar suporte à ação, foram presos Fabiana de Paula Fernandes Miranda e Pablo Rodrigues Cardoso, além de Júlia Moretti, que se entregou à polícia em Araçatuba após ficar foragida. A polícia descartou que ela fosse líder da quadrilha.

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Do núcleo operacional, que atuou diretamente no assalto, foram presos Carlos Alberto da Silva, Henrique Eduardo e André Luiz Pereira Nunes. Além disso, Diego de Freitas, conhecido como “Diego Ouro”, também foi preso, suspeito de comandar a receptação das joias de dentro da cadeia.

Quem está foragido?

Stephanie de Freitas Santos e Emerson dos Santos de Jesus, irmã e amigo de Diego, respectivamente, são considerados foragidos. A polícia acredita que ambos auxiliaram na receptação e negociação das joias roubadas.

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O que foi recuperado?

Do montante roubado, a polícia conseguiu identificar a venda de R$ 280 mil em joias, dos quais R$ 100 mil foram recuperados e ficarão bloqueados pela Justiça para possível ressarcimento das vítimas.

Mesma quadrilha por trás do roubo

As investigações indicam que a mesma organização criminosa que praticou o arrastão em Ribeirão Preto também planejou um esquema de roubo de joias em três estados, com receptadores em comum, incluindo Diego de Freitas.

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Próximos passos

A polícia não descarta o envolvimento de mais pessoas e investiga a possibilidade de lavagem de dinheiro. A defesa de Júlia Moretti alega que ela foi coagida a participar do crime. A defesa de Diego de Freitas não se pronunciou, assim como as defesas de outros envolvidos.

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