Mãe de MG desabafa: nome de 4 letras da filha é lindo, mas ninguém acerta a pronúncia

A terapeuta Karine Duelli, de 31 anos, moradora de Mariana, em Minas Gerais, usou as redes sociais para compartilhar uma situação inusitada com sua filha de um ano. Apesar de ter escolhido um nome com apenas quatro letras, a mãe conta que a pronúncia correta raramente é compreendida de primeira pelas pessoas.
A bebê se chama Aimê, uma variação da grafia francesa Aimée, que significa “aquele que é amado”. O relato, feito no TikTok, chamou a atenção por mostrar como uma escolha de nome aparentemente simples pode gerar dificuldades na comunicação diária e exigir paciência dos pais.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o nome Aimê não é inédito no Brasil, com 1.854 registros. Mesmo assim, a sonoridade ainda causa estranhamento ou dúvidas sobre a forma correta de falar.
Karine explica que precisa repetir o nome constantemente, muitas vezes soletrando ou enfatizando a entonação. A situação evidencia como nomes de origem estrangeira ou com grafias adaptadas podem desafiar as convenções fonéticas habituais em interações sociais.
Pais se identificam com a situação
A publicação do vídeo gerou identificação e relatos semelhantes na plataforma. Muitos internautas usaram os comentários para compartilhar suas próprias experiências com nomes que parecem claros para quem escolheu, mas se tornam complexos para os outros.
A decisão de escolher o nome Aimê surgiu após uma reviravolta na vida da terapeuta. Karine morava na Irlanda e veio ao Brasil para férias quando descobriu a gravidez inesperada. Decidindo permanecer no país, ela iniciou a busca por nomes junto com o pai da bebê.
Apelidos carinhosos para Aimê
Apesar das dificuldades na pronúncia, a recepção ao nome Aimê tem sido positiva, sem críticas negativas. Karine conta que, antes mesmo de saber o sexo do bebê, já havia comunicado a escolha para amigos e familiares. A reação geral era de curiosidade e aprovação estética, embora a pronúncia correta fosse o desafio.
“A maioria dizia achar diferente, mas bonito, nunca recebi críticas diretas. Porém, as pessoas pedem para pronunciar duas a três vezes até falarem certo”, relatou a mãe. Para facilitar o dia a dia e demonstrar carinho, a família também usa apelidos como “memê” ou “Pinpin” para a pequena Aimê.
